São mortos em suas casas. São jogados nos becos. São deixados nos matagais.
São encontrados dias depois. Seus corpos geralmente tem marcas de espancamento e algumas vezes mutilados. Até onde o país do Carnaval fará vistas grossas ao levante de assassinato de LGBT no Brasil?http://blogs.odia.ig.com.br/lgbt/2014/02/12/brasil-tem-uma-morte-de-lgbt-a-cada-28-horas-aponta-estudo/
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